Bem, como vocês puderam notar, tirei do ar a minha campanha contra o plágio. Fiz essa campanha na maior inocência, devido ao que andava ocorrendo com os meus posts e até o meu template nesses últimos dias. Achei uma boa idéia citar os blogs que fazem plágio e os blogs vítimas, e até mesmo “atacar” virtualmente os plagiadores, como já foi feito certa vez. Nessa vez, eu mais alguns blogueiros descobrimos um blog que copiava nossos posts sem os devidos créditos, e enchemos de recados o perfi do orkut do plagiador com mensagens de protesto.

Hoje, a Tine me passou um link para o blog dela para ver um post no qual falava de campanhas sobre o plágio. Vi a minha campanha, e também uma campanha com o mesmo assunto do blog Leia-me. Fui ver a campanha desse blog, e notei que o autor da mesma estava furioso quando descobriu uma campanha igual (a minha). Xingou um monte, assim como os seus leitores. Eu não sabia dessa campanha, e vi que ela era bem grande, contava com quase uma centena de blogs. Ainda assim quis continuar com a minha, mas vi que seria em vão, pois as pessoas já estavam achando que eu estava plagiando a campanha dele e coisas do tipo. Pois bem, achei melhor tirá-la do ar, e mandei um e-mail para o autor dessa campanha, explicando que houve um mal-entendido enorme, e que não copiei aquilo dele, não fiz por má fé. Não digo que o meu blog é muito famoso, mas também não é muito desconhecido. Tenho milhares de visitas diárias, estou bem rankeado no BlogBlogs e jamais iria copiar uma campanha desse porte de propósito. Óbviamente isso não pegaria nada bem, e eu tenho um nome à zelar na Internet. Atitude desse nível é coisa de moleque novato na Internet.

O Carlos já havia me mandando um email, mas como o formulário de contato envia pelo Gmail, às vezes ele manda algumas para a caixa de Spam. Como eu recebo os emails pelo Windows Mail (Outlook) não recebo os spams. Fazia tempo que eu não ia lá no site do Gmail verificar a caixa de spam, e só fui ver o email dele depois que toda a confusão estava armada.

Portanto, quero deixar claro que em nenhum momento tive a intenção de plagiar ou copiar a idéia dessa campanha. Seria um total absurdo ser contra o plágio, criar uma campanha contra esse mal e a própria campanha ser um plágio. Foi por isso que, assim que soube do mal-entendido, deletei o post e pedi desculpas ao Carlos, autor da campanha original. Agora, com a situação explanada, espero que as pessoas não continuem achando que sou invejoso, plagiador, idiota, corno e vários outros adjetivos nada agradáveis que se referiram à mim.

Também peço desculpas à leitora Aline por tê-la chamada de “burra” nos comentários do post da minha campanha. Na hora eu estava de cabeça quente com toda essa confusão e acabei falando o que não devia.

Grato pela compreensão de todos,

Rodrigo (Inexistent Man).

UPDATE (29/02/2008):
Leiam esse post.